Voltei.
Arrependida de ter reclamado tanto dos sintomas da gravidez, quisera eu que nesses últimos dias meus únicos transtornos tivessem sido azia, dores ocasionais, inchaços.
Vamos lá: minha bota ortopédica deveria ter ficado no pé por duas semanas, ficou um mês. Sem dirigir, mancando, pesada. Lado bom: em vez de carro, usei táxi e ônibus pra ir ao consultório atender, ao dentista, etc. Me forcei a caminhar e saí um pouco do sedentarismo. Lado ruim: andei por aí de bota ortopédica. Quem disse que barrigão e bota são garantia de lugar no ônibus? Ô gentinha mal-educada, por Deus!!
Bueno, há duas semanas mudamos de casa. É. E estou no fim da 37a. semana de gravidez. Mas foi assim que pôde ser, aos 48 do segundo tempo. Irmão, cunhada e sobrinho amados foram de mudança pra SC e começamos a trazer as coisas pra casa que eles moravam e agora é nossa home sweet home no mesmo dia. Marido teimoso quis fazer o estilo "sou da Granero" e passou uma semana de mula de carga, baixou os bancos do carro e até a geladeira ele trouxe. Imaginem o stress, dele e o que ele espalhou em volta. Mas deu certo, sem grandes avarias.
Dica: se for fazer mudança grávida, faça com a barriga beeem grande. Isso comove as pessoas e a ajuda vem "de turma", menos de 15 dias e tá tudo praticamente no lugar!!
(Pausa para os agradecimentos aos familiares e amigos queridos:
Minha mãe continua sendo a melhor do planeta, organizando minha cabeça enquanto sugere usos, praticidades e lugares para as coisas (e mega põe a mão na massa). Meu pai com sua furadeira e boa vontade de carregador trazendo coisas pra lá e pra cá, Nega e Lu literalmente embalando, carregando e limpando as coisas, Jorge e Lia no backstage da infra-estrutura, fazendo diferença, lavando, pintando; Tathi, que espontaneamente se ofereceu pra pintar a decoração do quartinho da Lara (e tá ficando todo fofo). Madi querida, sempre com um almoço na mesa e prestativa pra cuidar do Theo, além de ajudar no que eu preciso, na hora que eu preciso. Fora os amigos que dão bobeira de bater a campainha pra ver como a gente está e entram na dança, "pega aquela caixa ali, coloca isso aqui", etc, nossos muito obrigados.
E claro, ao meu Cau querido, que está vencendo todos seus temores, orgulhos e preconceitos e realmente me ajudando a fazer dessa nova casa nosso lar, uma casa de família e não uma república de estudantes.)
Então, 3 noites na casa nova e Theo passou mal à noite. Dois dias enrolando com própolis, repouso, mas o menino sem apetite e cabisbaixo começou a preocupar. Hospital e o resultado: pneumonia. Theo uma semana em casa, 4 inalações por dia, antibiótico e tudo voltou ao normal.
Peraí: o que teve de normal até agora??
Continuemos.
Pedi ao meu sogro que pintasse a cômoda e o berço do Theo pra dar uma "refrescada" nos móveis na hora da Lara herdá-los. Pois o homem arranjou montes de trabalho justo agora? Nono mês de gravidez e nada do berço no quarto ainda. Ai, ai...
Fora a entrega do apartamento, nossa grana foi priorizada pra entrar na casa nova, mas 10 anos morando de aluguel meio que deterioram "um tanto" um apartamento, e nossa última semana foi insana dando um jeito "artesanal" no bichinho antes da vistoria. Dá-lhe coluna e paciência.
E, claro, nesse mês venceu meu passaporte austríaco e tive que correr renová-lo, venceu nosso seguro do carro, mudou a administradora de condomínio do apartamento e a nova ainda não se afinou com a síndica, não sabem onde estão comprovantes e outras coisas importantes para que eu possa entregar o imóvel, tenho que cadastrar meu título de eleitor pra ontem, porque depois que ela nascer esse assunto com certeza sai da minha pauta de prioridades e sou capaz de perder o prazo, preciso ver o que ainda falta do enxoval da Lara e não tenho mais foco pra isso, não fiz minha mala da maternidade, Theo anda tendo crises de ciúme da irmã e tenho que prepará-lo para dormir duas noites na vovó enquanto estivermos no hospital, meu notebook (Positivo, boo-hoo! Fora, enganação!) resolveu que nessa casa ele não se conectará à internet, queimou o motor do portão da casa e roubaram o carro do serralheiro com o portão e o motor novo que encomendamos, e... ah, chega. Essa foi a parte do caos e escuridão. Precisava dividir, nem que fosse com o mundo.
E com tudo isso, ontem fiz ecografia e a pequena está linda lá dentro, já com 3 kg e 48 cm de gostosura e toda curtindo seus drinks de líquido amniótico. A barriga já deu uma boa baixada, aí como, me movimento e durmo melhor. Nas duas últimas noites fiz xixi tarde, na hora de dormir, e só acordei 6 e pouco da manhã pra fazer outro. Chego a dormir 5, 6 horas por dia, um recorde para essa gravidez.
É isso. Segunda faço meu primeiro exame de toque e avaliaremos marromenos quando Lara deve chegar.
E essa é a parte da luz no fim do túnel. ;o)
Se minha sanidade mental permitir, ainda volto antes do parto. Senão, hasta la vista. Foi bom estar com vocês.
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Sementes Espalhadas
Já-já voltei. Ãrrã.
Realmente o ano não anda promissor aqui na internet pra mim. Muita coisa prática e mais urgente na frente pra dar conta, sabem?
Então que o nome da menina é Lara. Quem me acompanha em redes sociais já sabia, mas tamos aí, requentando notícia. Demorou, viu? 13 semanas de deliberações até a decisão final do júri. E hoje não consigo imaginar outro nome pra ela.
Ontem veio ao mundo Francisco, meu sobrinho pequerrucho, primeiro filhote do meu irmão caçula Bruno e da minha cunhada-irmã-querida Thaís. Não pude vê-lo ao vivo ainda, mas por fotos já apaixonei. Bem vindo menino lindo, que sua presença fortaleça ainda mais o amor dos teus pais!
Foi um, resta uma. O ano passou voando em torno de roupinhas e badulaques e montagem de quartos e mudanças. Minha mãe se viu doidinha lavando quantidades enormes de roupinhas dos netos, bebês foram assunto dominante, mas agora, com a chegada do pequeno Francisco parece que tudo começa a girar mais devagar, a entrar nos eixos.
Preciso maneirar na ansiedade, pois a balança não tem gostado muito dos meus abusos. Sem pensar entram quantidades enormes de carboidratos, açúcar e afins no meu organismo, quero ver essas calorias saírem dele! Mas tá, isso é problema pra depois.
Lara é grandona, posso sentir. Já virou, semana passada senti a cambalhota e desde então, é pressão constante nas costelas e nos meus amassados orgãos internos. Mas tirando os momentos de dor aguda, é delicioso sentir a pequena brincando lá dentro, fazendo ondinhas na barriga quando algo a incomoda, se posicionando desde já no mundo.
Theo está encantado com ela, conversa muito com a irmã, faz carinho toda vez que chega perto da barriga, e algo me diz que passando o ciúme inicial, vai ser pau mandado na mão da caçula.
E eu fico aqui no meu canto, às vezes pirando o cabeção com neuras típicas de grávida, outras vezes elaborando teorias profundas sobre a humanidade. No consultório, ando pessoa prática, tenho poucas sessões com meus queridos pacientes antes de "sair pra parir" e só volto dali uns meses. Tô plantando sementes em todos para que possam refletir nesse meu tempo fora e não deixem de se auto desafiar e se descobrir mais a cada dia, às vezes acho que falo além da conta; mas nenhum deixou de ir até agora, então deve estar tudo bem ;o)
E apesar da superlotação à minha volta, de sentimentos, de expectativas, de pressões e pessoas, por dentro entrei em fase minimalista, pasmem! Quero clareza, quero faxina, quero me livrar de coisas, quero o bom e o necessário por perto. Um ninho mais clean dessa vez, eu diria. Que será que me espera com o nascimento dessa menina?
Hasta.
Realmente o ano não anda promissor aqui na internet pra mim. Muita coisa prática e mais urgente na frente pra dar conta, sabem?
Então que o nome da menina é Lara. Quem me acompanha em redes sociais já sabia, mas tamos aí, requentando notícia. Demorou, viu? 13 semanas de deliberações até a decisão final do júri. E hoje não consigo imaginar outro nome pra ela.
Ontem veio ao mundo Francisco, meu sobrinho pequerrucho, primeiro filhote do meu irmão caçula Bruno e da minha cunhada-irmã-querida Thaís. Não pude vê-lo ao vivo ainda, mas por fotos já apaixonei. Bem vindo menino lindo, que sua presença fortaleça ainda mais o amor dos teus pais!
Foi um, resta uma. O ano passou voando em torno de roupinhas e badulaques e montagem de quartos e mudanças. Minha mãe se viu doidinha lavando quantidades enormes de roupinhas dos netos, bebês foram assunto dominante, mas agora, com a chegada do pequeno Francisco parece que tudo começa a girar mais devagar, a entrar nos eixos.
Preciso maneirar na ansiedade, pois a balança não tem gostado muito dos meus abusos. Sem pensar entram quantidades enormes de carboidratos, açúcar e afins no meu organismo, quero ver essas calorias saírem dele! Mas tá, isso é problema pra depois.
Lara é grandona, posso sentir. Já virou, semana passada senti a cambalhota e desde então, é pressão constante nas costelas e nos meus amassados orgãos internos. Mas tirando os momentos de dor aguda, é delicioso sentir a pequena brincando lá dentro, fazendo ondinhas na barriga quando algo a incomoda, se posicionando desde já no mundo.
Theo está encantado com ela, conversa muito com a irmã, faz carinho toda vez que chega perto da barriga, e algo me diz que passando o ciúme inicial, vai ser pau mandado na mão da caçula.
E eu fico aqui no meu canto, às vezes pirando o cabeção com neuras típicas de grávida, outras vezes elaborando teorias profundas sobre a humanidade. No consultório, ando pessoa prática, tenho poucas sessões com meus queridos pacientes antes de "sair pra parir" e só volto dali uns meses. Tô plantando sementes em todos para que possam refletir nesse meu tempo fora e não deixem de se auto desafiar e se descobrir mais a cada dia, às vezes acho que falo além da conta; mas nenhum deixou de ir até agora, então deve estar tudo bem ;o)
E apesar da superlotação à minha volta, de sentimentos, de expectativas, de pressões e pessoas, por dentro entrei em fase minimalista, pasmem! Quero clareza, quero faxina, quero me livrar de coisas, quero o bom e o necessário por perto. Um ninho mais clean dessa vez, eu diria. Que será que me espera com o nascimento dessa menina?
Hasta.
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terça-feira, 24 de maio de 2011
It´s been a long, long day...
Entonces.
Não passei dessa pra melhor, não. Estava apenas em um processo de vida mais real e menos virtual.
First things first: outro ser me habita e não é distúrbio psiquiátrico. Gravidez. Prenhice. Peguei barriga.
Dessa vez é menina e isso meio que me apavora. Eu gostaria que fosse menina, mas com a confirmação saí da zona de conforto e agora todo um mundo cor de rosa se apresenta diante de mim. Frio na espinha.
Tenho ainda 5 meses pela frente de noites razoavelmente bem dormidas antes do furacão recomeçar, muitas questões a serem definidas (questões espaciais principalmente, digamos que nosso apto não seja exatamente enorme, e que a quantidade de coisas que existem dentro dele atingiu o limite que o próprio pode comportar).
Mas esse é o tipo de problema que tem solução. Já vi nas ecografias que ela é toda bem montadinha, tem tudo no lugar certo e isso sempre dá uma certa tranquilidade. Continuo não entendendo as mulheres que gostam de gravidez, mas isso provavelmente é porque eu sou uma control freak de carteirinha.
Como assim algo está acontecendo comigo e eu não posso controlar? Opinar? Saber de antemão?
Dessa vez, ao contrário do Theo, tive muitos enjôos (inclusive computador me enjoava, vide o sumiço), muitos sintomas típicos que até então eram apenas lenda de grávida. Lhes digo que foi BEM de verdade. Os pesadelos vieram com tudo, horríveis, apavorantes, mas no quarto mês tudo diminuiu. Amém. Já durmo melhor, já tenho mais disposição e lucidez.
Theo não gostou nadinha da possibilidade de ser uma menina, passou mais de mês agressivo, duelando fisicamente com minha barriga, mas na ecografia para confirmação do sexo ele foi junto e tudo mudou. Hoje conversa com a barriga, dá beijos no umbigo, conta orgulhoso pro mundo ouvir que "ele vai ter uma irmã!". Uff.
Pontos positivos: foi um bebê planejado; é minha última gravidez (a gente não deve dizer 'nunca', mas nessa caso, em sã consciência, será o último bebê); vou poder brincar de menina, brinquedo novo!; isso me aproxima mais da linha de chegada, onde em uns 3 anos terei duas crianças relativamente independentes e poderei voltar a ser mulher adulta, profissional, sair um tanto desse universo mimimi que me cerca.
Me conhecendo, sei que terei altos acessos nostálgicos de falta do mimimi, mas serão situações pontuais e só. Brincarei com os sobrinhos que ainda virão e vai passar.
Outro motivo de não vir mais tanto aqui é que não queria ser "monoassúntica" de novo, só falar de gravidez e bebês e berço e etc. Pra isso existem blogs bem específicos, das ditas mulheres que amam gravidez. Not the case here. Amo bebês, tanto que estou me dedicando a fazer mais uma. Ponto. Se precisa comer salada de agrião pra poder ganhar sobremesa, eu como. Não quer dizer que eu aprecie agrião.
Mas calma minha gente, que não tô assim um poço de mau humor. Existem lá aqueles momentos realmente mágicos de sentir um leve cutucão de um micro pézinho de 2 cm te fazendo cócegas por dentro. Existe aquela facilidade para se emocionar com as coisas mais simples da vida. Existe a - geralmente respeitada - lei da preferência em filas e lugares públicos. E nessa gravidez específica existe aqui dentro a diminuição de consumo de chocolate, por puro desinteresse (pasmem!) e um aumento da vontade louca e desvairada por frutas. Saudável, feliz, ponteiros da balança e minha obstetra agradecem.
A bebê ainda não tem nome, isso tem me incomodado um tanto. Um dia eu acordo com o nome na cabeça, assim espero.
Aos poucos, ela vai ganhando espaço nessa família.
Voltaremos em breve com um boletim atualizado dessa(s) vida(s) do lado de cá.
Não passei dessa pra melhor, não. Estava apenas em um processo de vida mais real e menos virtual.
First things first: outro ser me habita e não é distúrbio psiquiátrico. Gravidez. Prenhice. Peguei barriga.
Dessa vez é menina e isso meio que me apavora. Eu gostaria que fosse menina, mas com a confirmação saí da zona de conforto e agora todo um mundo cor de rosa se apresenta diante de mim. Frio na espinha.
Tenho ainda 5 meses pela frente de noites razoavelmente bem dormidas antes do furacão recomeçar, muitas questões a serem definidas (questões espaciais principalmente, digamos que nosso apto não seja exatamente enorme, e que a quantidade de coisas que existem dentro dele atingiu o limite que o próprio pode comportar).
Mas esse é o tipo de problema que tem solução. Já vi nas ecografias que ela é toda bem montadinha, tem tudo no lugar certo e isso sempre dá uma certa tranquilidade. Continuo não entendendo as mulheres que gostam de gravidez, mas isso provavelmente é porque eu sou uma control freak de carteirinha.
Como assim algo está acontecendo comigo e eu não posso controlar? Opinar? Saber de antemão?
Dessa vez, ao contrário do Theo, tive muitos enjôos (inclusive computador me enjoava, vide o sumiço), muitos sintomas típicos que até então eram apenas lenda de grávida. Lhes digo que foi BEM de verdade. Os pesadelos vieram com tudo, horríveis, apavorantes, mas no quarto mês tudo diminuiu. Amém. Já durmo melhor, já tenho mais disposição e lucidez.
Theo não gostou nadinha da possibilidade de ser uma menina, passou mais de mês agressivo, duelando fisicamente com minha barriga, mas na ecografia para confirmação do sexo ele foi junto e tudo mudou. Hoje conversa com a barriga, dá beijos no umbigo, conta orgulhoso pro mundo ouvir que "ele vai ter uma irmã!". Uff.
Pontos positivos: foi um bebê planejado; é minha última gravidez (a gente não deve dizer 'nunca', mas nessa caso, em sã consciência, será o último bebê); vou poder brincar de menina, brinquedo novo!; isso me aproxima mais da linha de chegada, onde em uns 3 anos terei duas crianças relativamente independentes e poderei voltar a ser mulher adulta, profissional, sair um tanto desse universo mimimi que me cerca.
Me conhecendo, sei que terei altos acessos nostálgicos de falta do mimimi, mas serão situações pontuais e só. Brincarei com os sobrinhos que ainda virão e vai passar.
Outro motivo de não vir mais tanto aqui é que não queria ser "monoassúntica" de novo, só falar de gravidez e bebês e berço e etc. Pra isso existem blogs bem específicos, das ditas mulheres que amam gravidez. Not the case here. Amo bebês, tanto que estou me dedicando a fazer mais uma. Ponto. Se precisa comer salada de agrião pra poder ganhar sobremesa, eu como. Não quer dizer que eu aprecie agrião.
Mas calma minha gente, que não tô assim um poço de mau humor. Existem lá aqueles momentos realmente mágicos de sentir um leve cutucão de um micro pézinho de 2 cm te fazendo cócegas por dentro. Existe aquela facilidade para se emocionar com as coisas mais simples da vida. Existe a - geralmente respeitada - lei da preferência em filas e lugares públicos. E nessa gravidez específica existe aqui dentro a diminuição de consumo de chocolate, por puro desinteresse (pasmem!) e um aumento da vontade louca e desvairada por frutas. Saudável, feliz, ponteiros da balança e minha obstetra agradecem.
A bebê ainda não tem nome, isso tem me incomodado um tanto. Um dia eu acordo com o nome na cabeça, assim espero.
Aos poucos, ela vai ganhando espaço nessa família.
Voltaremos em breve com um boletim atualizado dessa(s) vida(s) do lado de cá.
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terça-feira, 9 de novembro de 2010
Enquanto isso...
E veio outubro, e outubro se foi, e novembro segue o mesmo ritmo. Quantas atividades, quantos aniversários, quantas energias pulsando alto por todo lado! Há
E a tal energia no ar, essa tá quase palpável. Densa, agressiva, pinicante. O calor dantesco só contribui, as pessoas parecem formigas (falando nelas, voltaram em peso pra minha cozinha) andando de um lado pra outro, dirigindo mal, sendo mal-educadas umas com as outras.
A proximidade do fim de ano também chicoteia todo mundo. "Corra, faça, termine, resolva, se apresse!" Gente!! Pára tudo! Tá, mês que vem é dezembro. E? O seguinte é janeiro, e tudo recomeça. Mesmos empregos, mesmos horários, uma ou outra alteração incluída.
Tenho feito um esforço sobre humano pra desacelerar e reaprender a relaxar. Parar quando extrapolo os limites, de preferência antes disso. Ter prazer nas pequenas atividades, voltar a me divertir com pouco.
Esse negócio de maternidade é sério mesmo, hein? Caramba, que bagunça hormonal e quanta energia gasta pra se reequilibrar depois! Recomendo muito, mas só pra quem está com uns parafusos meio soltos no momento, pra não pensar demais. No andar da carruagem, tudo se conserta, tudo se encaixa.
Mas "a nível de pessoa humana", as coisas vão bem. Tosei a cabeleira como há anos não fazia, e estou bem contente com o resultado. Mais leve, mais prático, mais menina. Família, marido, Theo, profissão, amigos: todos encaixados. Só preciso ajustar alguns fusíveis que a coisa fica redondinha.
Hasta. Se o Universo colaborar, volto logo.
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terça-feira, 9 de setembro de 2008
Matando tempo
Alguém aí tá afins de uma partidinha de tranca? Dominó? Banco Imobiliário?
Aff, que essa espera é meu maior teste de paciência até hoje.
Aff, que essa espera é meu maior teste de paciência até hoje.
sábado, 6 de setembro de 2008
Mrs. Potato Head
Ontem o Cau tirou uma foto minha. Aí pude ter a noção real do que esse fim de gravidez está fazendo comigo:

Alguém aí fala intra-uterinês? Perdi meu dicionário e tô precisando enviar uma mensagem pro Theo. Então, se alguém souber, por favor, avise a ele que: dia 05 de setembro foi ONTEM. Era a data prevista do parto. Que apesar dele poder ficar mais uns 10 dias lá dentro sem problemas, aqui fora é feriado e todos à minha volta estão "de varde", sendo assim são inúmeros "e aí, já nasceu?" por dia, recomendações pra induzir o parto, fazer cesárea, histórias de complicações no trabalho de parto, ansiedades variadas. Que a mãe dele não anda no seu melhor humor, está precisando dormir (nem que sejam as duas horas entre uma mamada e outra, pois atualmente ela dorme no máximo 45 minutos e acorda e tem insônia). Que tá tudo pronto, só esperando ele preencher todos os espaços que já o esperam.
Que "não carece" ter medo, vou ajudá-lo a sair de lá com o menor trauma possível pra nós dois.
E que ele já é muito amado. Ponto.
Agradeço a ajuda na tradução.

Alguém aí fala intra-uterinês? Perdi meu dicionário e tô precisando enviar uma mensagem pro Theo. Então, se alguém souber, por favor, avise a ele que: dia 05 de setembro foi ONTEM. Era a data prevista do parto. Que apesar dele poder ficar mais uns 10 dias lá dentro sem problemas, aqui fora é feriado e todos à minha volta estão "de varde", sendo assim são inúmeros "e aí, já nasceu?" por dia, recomendações pra induzir o parto, fazer cesárea, histórias de complicações no trabalho de parto, ansiedades variadas. Que a mãe dele não anda no seu melhor humor, está precisando dormir (nem que sejam as duas horas entre uma mamada e outra, pois atualmente ela dorme no máximo 45 minutos e acorda e tem insônia). Que tá tudo pronto, só esperando ele preencher todos os espaços que já o esperam.
Que "não carece" ter medo, vou ajudá-lo a sair de lá com o menor trauma possível pra nós dois.
E que ele já é muito amado. Ponto.
Agradeço a ajuda na tradução.
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sábado, 30 de agosto de 2008
Ain!
Não... não foi ontem. Hoje, talvez?
Passei o dia com a barriga naquele endurece-amolece. Sem dores e ainda não totalmente baixa, a pança. Queria tanto um setembrino! Espero que aguente ainda.
Ô, ansiedade que perturba!
Difícil pensar em outro assunto.
Passei o dia com a barriga naquele endurece-amolece. Sem dores e ainda não totalmente baixa, a pança. Queria tanto um setembrino! Espero que aguente ainda.
Ô, ansiedade que perturba!
Difícil pensar em outro assunto.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Será que é hoje?
Será?
Amanhã é lua nova. A nona lua da minha gravidez. Fez calor a semana toda, inchei muito. Agora à tarde esfriou e melhorei absurdamente.
Ontem minha boca aumentou, mas o nariz também. Ouvi das amigas "aí, hein! Vai ficar com o bocão da Angelina Jolie!". Mas focaliza, de que adianta ter a boca à la Jolie se o nariz em cima é do Bozo?
Minha barriga endureceu a tarde toda. Sem dor, só ficava dura e amolecia em seguida (tipo nesse exato momento, de novo). Fiz trocentas coisas (diz que no pré-parto a gente vira mulher maravilha e quer resolver todos os problemas do planeta, da fome na África até arrumar a gaveta de calcinhas).
Amigas pra lá de especiais, em todos os sentidos (minha confraria de bruxas do bem) me ligaram ou entraram em contato hoje de alguma forma pra dizer que sonharam com o Theo e com meu parto na noite passada. Parto normal, ieiii! Pelo menos.
Por via das dúvidas o berço dele foi arrumado, o quarto organizado, minha mala e a dele da maternidade estão prontas. Pessoas-chave no processo de deslocamento até a maternidade já estão de sobreaviso.
E pra completar, hoje faz 9 anos que estou com o Cau! Simbólico, né?
Queria muito que ele aguentasse até o final da semana que vem, mas já que o Universo parece estar sinalizando de outra maneira, ouvirei o recado e vou sossegar. Começando já, banho e pernas pra cima.
Abraços da nave-mãe.
Amanhã é lua nova. A nona lua da minha gravidez. Fez calor a semana toda, inchei muito. Agora à tarde esfriou e melhorei absurdamente.
Ontem minha boca aumentou, mas o nariz também. Ouvi das amigas "aí, hein! Vai ficar com o bocão da Angelina Jolie!". Mas focaliza, de que adianta ter a boca à la Jolie se o nariz em cima é do Bozo?
Minha barriga endureceu a tarde toda. Sem dor, só ficava dura e amolecia em seguida (tipo nesse exato momento, de novo). Fiz trocentas coisas (diz que no pré-parto a gente vira mulher maravilha e quer resolver todos os problemas do planeta, da fome na África até arrumar a gaveta de calcinhas).
Amigas pra lá de especiais, em todos os sentidos (minha confraria de bruxas do bem) me ligaram ou entraram em contato hoje de alguma forma pra dizer que sonharam com o Theo e com meu parto na noite passada. Parto normal, ieiii! Pelo menos.
Por via das dúvidas o berço dele foi arrumado, o quarto organizado, minha mala e a dele da maternidade estão prontas. Pessoas-chave no processo de deslocamento até a maternidade já estão de sobreaviso.
E pra completar, hoje faz 9 anos que estou com o Cau! Simbólico, né?
Queria muito que ele aguentasse até o final da semana que vem, mas já que o Universo parece estar sinalizando de outra maneira, ouvirei o recado e vou sossegar. Começando já, banho e pernas pra cima.
Abraços da nave-mãe.
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segunda-feira, 25 de agosto de 2008
For rent

Nhé.
Procuro/alugo barriga em bom estado de conservação para conteúdo uterino, período máximo de 15 dias. O conteúdo deve retornar à proprietária em excelentes condições, preferencialmente após a expulsão do mesmo, já banhado e disponível para interações.
Interessados e pessoas de boa alma podem entrar em contato por este blog mesmo, no campo "comentários".
(Ain... mas os dedinhos dele fazendo circulozinhos lá dentro são bons demais... talvez eu dê pra trás na hora de fechar o acordo. ***Negócio de risco, proprietária sofrendo de instabilidade emocional).
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Semente
Então.
Quis registrar meu momento kodak em texto. Fiz o exame beta-hcg hoje e deu... positivo. Isso quer dizer, grávida. Muito grávida, de acordo com o laboratório, pois acima do valor 25 é considerado gravidez, meu índice deu 8.394,52.
Sinto a mente fervilhando por um lado e um branco total radiante lá dentro, por outro. Os sintomas já estavam se manifestando, então tive alguns dias pra preparar a cabeça, mas ver que "sim" de verdade coloca tudo em outra perspectiva.
Pouca gente já sabe, parte ruim de saber essas coisas à noite. Mas tudo bem, tempo pra contar é que não vai faltar. Importante é saber que não estou sozinha nesse barco. Tem que haver vantagens em esperar tanto, né? Vantagens de esperar a vida dar uma estabilizada, ter maturidade pra lidar com situações novas, ter esperado o momento certo de incluir uma terceira pessoa na família.
Mas o principal é que não estou nervosa, ansiosa ou algo do gênero. Só torço pra ter uma gravidez tranquila, que os genes sejam bons e que venha um ser humano de bom coração e caráter pra esse mundo.
Amém.
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
Folga

Nem me preparei com as devidas honras, mas essa semana acabei passando por um breve "surto cinéfilo". Depois de meses de lenga-lenga, enrolações e afins, acabo indo ao cinema DUAS VEZES na mesma semana! Quite exciting, I should say. Pra vocês verem como minha vida anda agitada, algo assim se tornando assunto de blog!Ontem o eleito foi "13 Homens e Um Novo Segredo", gostei mais que o segundo. E o elenco continua enfeitando com louvor a tela. Ôpa!
Hoje passei o dia feito menina pequena, pois à noite iria assitir "Harry Potter e a Ordem da Fênix". Adorei, como sempre. É um enredo mais pesado para o padrão infanto-juvenil, mas tem um porquê de ser assim. Estou ansiosa pelo sexto filme, foi o livro que mais me tocou em termos de imaginação (tá, confesso, me acabei de chorar...) e quero ver como vão colocar aquilo tudo na tela.
Boas notícias no assunto Casa Cor, hoje acabei de pintar com verniz. Amanhã começo as paredes, mal acredito que tá quase no fim. Isso só me empolga pra ir adiante e terminar logo.
Calma gente, já coloco as fotos. Primeiro precisa ter o que mostrar! ;o)
I Get a Kick Out Of You - Frank Sinatra - New York, New York
segunda-feira, 4 de abril de 2005
Cataclisma

Que maré!
Tive um fim-de-semana muito estranho, muito diferente de todos os que me recordo. Novamente, família.
Na sexta-feira peguei carona com meu primo e a esposa dele para Criciúma, em SC. Meus tios completaram 30 anos de casados no sábado e uma festa foi organizada, fui representar meu lado da família. Faltando apenas uma hora de viagem (são 6 no total) recebemos um telefonema: meu outro tio, o caçula (meu pai é o mais velho e o de SC, o do meio) estava indo para lá com minha tia e meu primo de 17 anos e teve um acidente grave. Estavam em um hospital em Florianópolis. Sorte a deles ter sido perto de Floripa, pois contaram com hospitais melhores e uma prima cheia de iniciativa que mora lá. Fomos até Criciúma e de lá acompanhamos os fatos via Embratel. Preocupantes. O carro capotou, meu primo foi lançado para fora pelo vidro traseiro e estava (e ainda está) inconsciente desde então, agora em coma induzido e aguardando melhoras. Pelo menos o quadro é estável, já se passaram 48 horas e isso é positivo. Minha tia estourou o vidro da frente com a cabeça, que virou algo disforme, apesar de não ter quebrado nada. Passou por uma microcirurgia plástica e está estável, mas com muitas dores e hematomas e drenos na cabeça. Meu tio saiu com hematomas, mas já teve alta.
No sábado de manhã a festa foi cancelada, saímos de Criciúma em direção à Florianópolis e lá passei meu fim de sábado e parte do domingo. Visitei meu primo na UTI, foi... esquisito. Já estagiei em vários hospitais durante a faculdade, inclusive em UTI´s, mas obviamente como estagiária de psicologia dava prioridade a quem podia falar, não aos comatosos. Foi a primeira vez que me vi frente a um conhecido, pior!, meu primo caçula e por quem tenho um carinho especial, deitado inerte. A sensação ao vê-lo foi a de que caiu da bicicleta e estava dormindo. Sereno, com tubos na boca e saquinhos de soro por todos os lados, alguns arranhões na testa e nariz inchado. Só. Seus batimentos cardíacos aumentaram enquanto estivemos lá, o que pode indicar que percebeu nossa presença. Tomara. Seu estado ainda é considerado crítico, corre risco de vida.
Minha tia não consegui visitar, por problemas de horários conflitantes e ela estar em outro hospital. Pena.
Além disso houveram muitas conversas em família, muitos desabafos, sensações veladas vieram à tona... ainda não chorei, apesar da tristeza de imaginar o quadro emocional todo que se desenrola a partir de agora. A recuperação física e psicológica, principalmente, e como isso vai refletir na família.
Penso em minha avó, que mora com eles e acaba de sair do hospital, angustiada em saber notícias e poder olhar para todos, vivos e bem de saúde; na namorada do meu primo, estão juntos há uns bons dois anos, talvez mais, tão nova e já precisando se deparar com uma coisa grave destas, a possibilidade de perder o namorado de maneira tão cruel; em minha tia, que passou por uma deformação física e vai levar um tempo até voltar a se sentir bem consigo mesma, além da preocupação com o filho e não poder visitá-lo; do que deve estar se passando na cabeça do meu tio, sabendo que estava ao volante e vendo as consequências do que ocorreu; meus dois primos que ficaram em Curitiba e por um triz não perderam a família; enfim, são pontos de vista variados, tento calçar os sapatos de todos para conseguir entender o que estão sentindo.
Me senti um peixe fora d´água em vários momentos, apesar de estar em Floripa, minha terra natal querida. Mas sinto que foi importante eu ter estado lá, junto com eles, de alguma maneira a família toda se conectou através deste acidente.
Tô achando esse post pessoal demais, mas enfim... precisava escrever e reler tudo isso, quem sabe eu consigo processar melhor as informações.
Detalhe: eu deveria ter ido no carro com eles. Imagina a perna bamba quando soube do acidente. Faz pensar em muitas coisas, realmente. Hasta.
Maestro, qual é a música?
Rosamunde, Op.26, D.797:Intermezzo - Franz Schubert - Meditation: Classical Relaxation vol.4
Tive um fim-de-semana muito estranho, muito diferente de todos os que me recordo. Novamente, família.
Na sexta-feira peguei carona com meu primo e a esposa dele para Criciúma, em SC. Meus tios completaram 30 anos de casados no sábado e uma festa foi organizada, fui representar meu lado da família. Faltando apenas uma hora de viagem (são 6 no total) recebemos um telefonema: meu outro tio, o caçula (meu pai é o mais velho e o de SC, o do meio) estava indo para lá com minha tia e meu primo de 17 anos e teve um acidente grave. Estavam em um hospital em Florianópolis. Sorte a deles ter sido perto de Floripa, pois contaram com hospitais melhores e uma prima cheia de iniciativa que mora lá. Fomos até Criciúma e de lá acompanhamos os fatos via Embratel. Preocupantes. O carro capotou, meu primo foi lançado para fora pelo vidro traseiro e estava (e ainda está) inconsciente desde então, agora em coma induzido e aguardando melhoras. Pelo menos o quadro é estável, já se passaram 48 horas e isso é positivo. Minha tia estourou o vidro da frente com a cabeça, que virou algo disforme, apesar de não ter quebrado nada. Passou por uma microcirurgia plástica e está estável, mas com muitas dores e hematomas e drenos na cabeça. Meu tio saiu com hematomas, mas já teve alta.
No sábado de manhã a festa foi cancelada, saímos de Criciúma em direção à Florianópolis e lá passei meu fim de sábado e parte do domingo. Visitei meu primo na UTI, foi... esquisito. Já estagiei em vários hospitais durante a faculdade, inclusive em UTI´s, mas obviamente como estagiária de psicologia dava prioridade a quem podia falar, não aos comatosos. Foi a primeira vez que me vi frente a um conhecido, pior!, meu primo caçula e por quem tenho um carinho especial, deitado inerte. A sensação ao vê-lo foi a de que caiu da bicicleta e estava dormindo. Sereno, com tubos na boca e saquinhos de soro por todos os lados, alguns arranhões na testa e nariz inchado. Só. Seus batimentos cardíacos aumentaram enquanto estivemos lá, o que pode indicar que percebeu nossa presença. Tomara. Seu estado ainda é considerado crítico, corre risco de vida.
Minha tia não consegui visitar, por problemas de horários conflitantes e ela estar em outro hospital. Pena.
Além disso houveram muitas conversas em família, muitos desabafos, sensações veladas vieram à tona... ainda não chorei, apesar da tristeza de imaginar o quadro emocional todo que se desenrola a partir de agora. A recuperação física e psicológica, principalmente, e como isso vai refletir na família.
Penso em minha avó, que mora com eles e acaba de sair do hospital, angustiada em saber notícias e poder olhar para todos, vivos e bem de saúde; na namorada do meu primo, estão juntos há uns bons dois anos, talvez mais, tão nova e já precisando se deparar com uma coisa grave destas, a possibilidade de perder o namorado de maneira tão cruel; em minha tia, que passou por uma deformação física e vai levar um tempo até voltar a se sentir bem consigo mesma, além da preocupação com o filho e não poder visitá-lo; do que deve estar se passando na cabeça do meu tio, sabendo que estava ao volante e vendo as consequências do que ocorreu; meus dois primos que ficaram em Curitiba e por um triz não perderam a família; enfim, são pontos de vista variados, tento calçar os sapatos de todos para conseguir entender o que estão sentindo.
Me senti um peixe fora d´água em vários momentos, apesar de estar em Floripa, minha terra natal querida. Mas sinto que foi importante eu ter estado lá, junto com eles, de alguma maneira a família toda se conectou através deste acidente.
Tô achando esse post pessoal demais, mas enfim... precisava escrever e reler tudo isso, quem sabe eu consigo processar melhor as informações.
Detalhe: eu deveria ter ido no carro com eles. Imagina a perna bamba quando soube do acidente. Faz pensar em muitas coisas, realmente. Hasta.
Maestro, qual é a música?
Rosamunde, Op.26, D.797:Intermezzo - Franz Schubert - Meditation: Classical Relaxation vol.4
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